Radiologia Clínica – Clínica Radiológica - Medicina Diagnóstica - Radiologia Diagnóstica
Onde fazer exames de ressonância magnética e tomografia computadorizada multislice

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Dr. Sandro Fenelon
CREMESP 107.411
Médico radiologista / imaginologista - Imaginologia Abdominal e Torácica
Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem
São Paulo, SP - Brasil
Contato

Imagens Médicas Integradas (Integração Imagem e Especialistas Clínicos e Cirurgiões)

Site de Imagem Médica e Radiologia, com informações sobre exames para médicos especialistas em Angiologia e Cirurgia Vascular, Oncologia, Cardiologia, Cirurgia Cardiovascular, Cirurgia Geral, Cirurgia do Aparelho Digestivo, Cirurgia Pediátrica, Cirurgia Torácica, Clínica Médica, Endocrinologia e Metabologia, Gastroenterologia, Hepatologia, Urologia, Nefrologia, Ginecologia e Obstetrícia, Hematologia, Infectologia e Pneumologia, Coloproctologia, Pediatria, Medicina Intensiva e Geriatria.

Imagem Médica

O objetivo do imageamento médico é a avaliação médica de tecidos e funções orgânicas do corpo humano, normais e anormais - causadas por doenças ou acidentes, - por meio de imagens. Nosso objetivo é passar da imagem qualitativa clássica para a quantização das imagens, em formato tridimensional, para obter a máxima informação destas imagens, e diagnosticar doenças o mais cedo possível, com maior precisão, e com a menor exposição à radiação ionizante. Não incluímos interpretação das imagens, nem endoscopia e vídeo-laparoscopia, que importantes em si mesmos, são atribuições de clínicos, e não de físicos. Embora mais de 75% de todas as imagens médicas ainda sejam de placas de raio X (radiografia), com o advento da Tomografia Computadorizada em 1972, o uso de computadores na medicina tem se desenvolvido bastante, mas precisa ainda progredir muito. Os computadores são utilizados principalmente na aquisição das imagens, mas o passo atual e do futuro é o uso da computação gráfica para auxiliar na quantização da imagem e tratamento para a melhor extração da informação possível. Nosso objetivo é oferecer os princípios físicos e matemáticos deste processo, bem como das ferramentas computacionais para a reconstrução da imagem.

A obtenção das imagens na área da medicina pode ser realizada utilizando inúmeros recursos, como, por
exemplo, câmeras digitais, scanners (através da “varredura” por linhas, obtém a imagem digital) e simplesmente utilizando o padrão DICOM, visto que esse padrão atualmente é encapsulado nos equipamentos de produção de imagens médicas de tecnologia atual.A aquisição das imagens médicas é de extrema importância para a fase de processamento das imagens, portanto as imagens oriundas de exames médicos devem estar com uma “qualidade regular” no que se refere a visualização com uma boa resolução. Tal fato em questão, pode interferir indiretamente na interpretação da imagem, podendo ocasionar um erro de interpretação, e conseqüentemente um diagnóstico não preciso, resultando prejuízo para o paciente.

PACS – Picture Archiving and Communication System, sistemas que proporcionam o armazenamento e comunicação de imagens de uma forma normalizada, possibilitando que as informações dos pacientes e suas respectivas imagens sejam compartilhadas e visualizadas em monitores de alta resolução, distribuídos em locais fisicamente distintos O PACS tem como objetivo principal realizar a integração e comunicação eficiente de vários equipamentos médicos que trabalham com imagens como por exemplo: TC – Tomografia Computadorizada, RS – Ressonância Magnética, US – Ultrassom, RX – Raio X, etc. Com essa finalidade, a NEMA – National Equipment Manufactures Association e a ACR American College of Radiology criaram um formato padrão de dados e imagens, o DICOM, que define o armazenamento e transmissão de imagens médicas de maneira padronizada.

O armazenamento de imagens médicas de maneira padronizada têm proporcionado inúmeros fatores favoráveis, como: possibilidade de criação de uma biblioteca digital de imagens médicas, permitindo a organização, catalogação, disponibilização de acesso, conservação e apoio ao ensino e pesquisa; telemedicina: onde podemos enviar imagens e informações de pacientes para pólos especializados, a fim de uma segunda opinião diagnóstica ou até mesmo auxiliando o ensino e pesquisa.

Imagens Médicas da Semana – New England Journal of Medicine
http://content.nejm.org/misc/eicm.shtml

OsiriX – Software (grátis) de visualização de Imagens Médicas (Apple Macintosh - Mac OS)
http://www.osirix-viewer.com/
Software desenvolvido para visualização de imagens DICOM produzidas por equipamentos médicos (Tomografia, Ressonância, PET, PET-CT, etc), além de permitir reconstruções multiplanares (MPR), Surface Rendering, Volume Rendering (VR) e Maximum Intensity Projection (MIP), etc. Tambem lê muitos outros formatos: TIFF (8,16, 32 bits), JPEG, PDF, AVI, MPEG e QuickTime. O OsiriX é um programa freeware (grátis), que transforma seu computador pessoal da Apple Macintosh em uma estação de trabalho PACS/DICOM. Requisitos do Sistema: Apple Macintosh - Mac OS X 10.5 ou posterior. Ideal para clínicos e cirurgiões que não possuem acesso as estações de trabalho dos centros de diagnóstico por imagem. Funciona na plataforma Mac e é uma verdadeira febre entre os médicos que querem manipular / visualizar imagens médicas. Muitos estão comprando Macintosh só por causa deste software.

Visualizador de DICOM - KPACS (gratuito)
http://www.k-pacs.net/
Programa de origem alemã, com uma versão gratuita com menos benefícios. Ele funciona em Windows XP, Vista e 2000. Em sua última versão, tem um tamanho de aproximadamente 6,2 MB. É um programa muito completo, com múltiplas ferramentas, com praticamente todas as funções de uma estação de trabalho. Tem a vantagem ser configurado com conexão direta com o scanner ou outro equipamento DICOM, algo que falta nos programas anteriores. Você pode trabalhar com dois monitores simultâneos, gravar CDs e DVDs diretamente do programa de pesquisas e capacidade para enviar e-mail por JPEG. Criar um banco de dados próprio com todos os estudos que têm apresentado, atualização muito rápida. Ele também tem várias ferramentas, tais como: distância, ângulos, ROI, zoom, anotações etc . Ele também permite exportar uma imagem, ou todas as séries do estudo em JPEG, TIFF, BMP e RAW. Além disso, faz o inverso, isto é, pode converter JPEG para DICOM. Você pode imprimir em impressoras através do Windows, mas esta versão gratuita não tem DICOM impressão. Este programa é muito estável, muito fácil de usar e de aprendizagem rápida.

DICOM Viewer - DicomWorks (grátis)
http://dicom.online.fr/
É um programa de origem francesa e seu tamanho é de 7 MB. Para ativar todas as funções, você precisa registrar e adquirir uma licença, que é feito via e-mail. Ele é muito bem desenhado com um aspecto de "PACS" e tem possibilidade de utilizar quatro janelas de forma independente. A parte superior apresenta uma barra de funções. Outra função é poder abrir as imagens existentes em outras localidades, e também abrir diretamente de um CD. Este programa tem capacidade de exportação, podemos exportar uma imagem, uma série ou todas as séries de um paciente selecionado. Também seleciona-se quais formatos a exportar e os seus diferentes destinos. Esses formatos são: DICOM, ZIP, BMP, TIFF, JPEG, PNG e HTML. DICOM Z é um formato que reduz o tamanho do arquivo de 50%. Os objetivos podem ser outro diretório, disco rígido, gravar um CD, um e-mail ou FTP para carregar um Web page (HTML). Outra característica interessante é a exportação direta para o PowerPoint para a criação de apresentações.

Visualizadores DICOM gratuitos – grátis
http://www.box.net/shared/6vre7kgg8g
Visualizadores DICOM de uso gratuito da autoria de um médico radiologista uruguaio, compartilhado com a comunidade radiológica.

Telerradiologia
A Telerradiologia é um serviço médico que utiliza tecnologias de informação e de comunicação para a leitura, avaliação e fornecimento de relatórios em Diagnóstico por Imagem via Internet e tem como objetivo auxiliar as clínicas e hospitais que necessitam, em tempo real, de laudos precisos nas diversas áreas da Imaginologia.

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.890, DE 15 DE JANEIRO DE 2009

O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela lei nº. 3. 268, de 30 de Setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº. 44. 045, de 19 de Julho de 1958 e pela Lei nº. 11. 000, de 15 de Dezembro de 2004, e

CONSIDERANDO que cabe ao Conselho Federal de Medicina disciplinar o exercício profissional médico e zelar pela boa prática médica no país;

CONSIDERANDO o constante desenvolvimento de novas técnicas de informação e comunicação que facilitam o intercâmbio de informações entre médicos e entre estes e os pacientes;

CONSIDERANDO que a despeito das conseqüências positivas da Telerradiologia existem muitos problemas éticos e legais decorrentes de sua utilização;

CONSIDERANDO que as informações sobre o paciente identificado só podem ser transmitidas a outro profissional com prévia permissão do paciente, mediante seu consentimento livre e esclarecido e sob rígidas normas de segurança capazes de garantir a confidencialidade e integridade das informações;

CONSIDERANDO que o médico que exerce a radiologia a distância, sem contato com o paciente, deve avaliar cuidadosamente a informação que recebe, só pode emitir o relatório radiológico ou tomar decisões médicas se a qualidade da informação for suficiente e adequada ao caso em questão;

CONSIDERANDO o teor da "Declaração de Tel Aviv sobre responsabilidades e normas éticas na utilização da Telemedicina", adotada pela 51ª Assembléia Geral da Associação Médica Mundial, em Tel Aviv, Israel, em Outubro de 1999;

CONSIDERANDO o disposto nas Resoluções CFM nº 1.638/2002 e nº 1.821/2007, principalmente no tocante às normas para transmissão de dados identificados;

CONSIDERANDO o disposto na Resolução CFM nº 1.627/2001, que define e regulamenta o Ato Médico;

CONSIDERANDO o disposto na Resolução CFM nº 1.643/2002, que define e regulamenta a Telemedicina;

CONSIDERANDO o disposto nas Resoluções CFM nº 1.634/2002 e 1.785/2006, que reconhecem e regulamentam as especialidades médicas e áreas de atuação;

CONSIDERANDO o decidido na sessão plenária de 18 de agosto de 2006, realizada em Brasília, com sucedâneo no Parecer CFM nº 36/2002;

CONSIDERANDO o disposto na Portaria/MS/SVS nº 453, de 01 de junho de 1998, que aprova o Regulamento Técnico que estabelece as diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico, dispõe sobre o uso dos raios-x diagnósticos em todo território nacional e dá outras providências ;

CONSIDERANDO, finalmente, o decidido na sessão plenária do Conselho Federal de Medicina realizada em 15 de janeiro de 2009, resolve:

Art. 1º Definir a Telerradiologia como o exercício da Medicina, onde o fator crítico é a distância, utilizando a transmissão eletrônica de imagens radiológicas com o propósito de consulta ou relatório.
Art. 2º Os serviços prestados pela Telerradiologia deverão ter a infra-estrutura tecnológica apropriada e obedecer às normas técnicas e éticas do CFM pertinentes à guarda, manuseio, transmissão de dados, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional.
Art. 3º A transmissão dos exames por telerradiologia deverá ser acompanhada dos dados clínicos necessários do paciente, colhidos pelo médico solicitante, para a elaboração do relatório.

Parágrafo único. O paciente deverá autorizar a transmissão eletrônica das imagens e seus dados por meio de consentimento informado, livre e esclarecido.

Art. 4º Para efeitos de transmissão de exames e relatório à distância, esta resolução reconhece como especialista os profissionais com registro específico no CRM, nas seguintes especialidades ou áreas de atuação:

a) Especialidades:
1. Radiologia e Diagnóstico por Imagem
2. Diagnóstico por Imagem: Atuação Exclusiva Ultra-sonografia Geral
3. Diagnóstico por Imagem: Atuação Exclusiva Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia
4. Medicina Nuclear

b) Áreas de Atuação:
1. Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular
2. Densitometria Óssea
3. Ecografia Vascular com Doppler
4. Mamografia
5. Neurorradiologia
6. Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia
7. Ultra-sonografia em Ginecologia e Obstetrícia

Art. 5º Em caso de radiologia geral não contrastada, exceto mamografia, conforme o nível 1 do Anexo, e em caso de emergência, quando não existir médico especialista na cidade, o médico responsável pelo paciente poderá solicitar ao médico especialista o devido suporte diagnóstico a distância.

Art. 6º Nos demais exames [conforme os níveis 2, 3 e 4 do Anexo], obrigatoriamente, deverá ter a presença do médico especialista no local da sua execução.

Art. 7º A responsabilidade profissional do atendimento cabe ao médico especialista assistente do paciente, que realizou o exame.

§ 1º O médico especialista que emitiu o relatório a distância é solidário nesta responsabilidade.
§ 2º A apuração de eventual infração ética desses serviços será feita pelo Conselho Regional da jurisdição onde foi realizado o procedimento.

Art. 8º Na emissão do relatório deverá constar o número do registro médico, nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina, dos médicos envolvidos no atendimento.

Art. 9º As pessoas jurídicas que prestarem serviços em Telerradiologia deverão inscrever-se no Cadastro de Pessoa Jurídica do Conselho Regional de Medicina do Estado onde estão situadas, com a respectiva responsabilidade técnica de um médico com título de especialista em radiologia e diagnóstico por imagem regularmente inscrito no Conselho Regional e a apresentação da relação dos demais médicos especialistas componentes do quadro funcional.

§ 1º Para atividades específicas e únicas em medicina nuclear, o responsável técnico deverá ser médico portador de título de especialista em medicina nuclear, devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina e autorizado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
§ 2º No caso do prestador ser pessoa física, este deverá ser médico portador de título de especialista ou certificado de área de atuação, conforme artigo 4º, devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina da sua jurisdição.

Art. 10. Revogam-se todas as disposições em contrário.
Art. 11. Esta Resolução entra em vigor a partir da data de sua publicação.

EDSON DE OLIVEIRA ANDRADE
Presidente do Conselho

Fonte: Diário Oficial da União; Poder executivo, Brasília, DF, 19 jan. 2009, Seção 1, p. 94-95.